Mostrando postagens com marcador PSC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PSC. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 23 de maio de 2013
CNJ não tem poder para obrigar o casamento gay
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou na última semana uma resolução que obriga os cartórios de todo o país a realizarem o casamento de pessoas do mesmo sexo. A medida gerou uma nova polêmica sobre o assunto e foi considerada inconstitucional. “Foi uma decisão exorbitante e foge às competências do CNJ”, defendeu o deputado federal Arolde de Oliveira, em entrevista ao programa “Direto de Brasília”.
O parlamentar apontou que existe uma vacatio legis, ou seja, uma falta de legislação sobre a união homoafetiva. Porém é papel do Congresso legislar sobre o assunto. “Só é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher, como unidade familiar, para efeitos de proteção do Estado Brasileiro. A Constituição não trata da união homoafetiva”, argumentou.
O PSC entrou, na última terça-feira, com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal contra a resolução do CNJ e pediu, inclusive, uma liminar que suspende a decisão do CNJ. “Vamos reagir contra essa resolução e engrossar as fileiras de quem é contra esse absurdo”, encerrou. (Redação)
O parlamentar apontou que existe uma vacatio legis, ou seja, uma falta de legislação sobre a união homoafetiva. Porém é papel do Congresso legislar sobre o assunto. “Só é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher, como unidade familiar, para efeitos de proteção do Estado Brasileiro. A Constituição não trata da união homoafetiva”, argumentou.
O PSC entrou, na última terça-feira, com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal contra a resolução do CNJ e pediu, inclusive, uma liminar que suspende a decisão do CNJ. “Vamos reagir contra essa resolução e engrossar as fileiras de quem é contra esse absurdo”, encerrou. (Redação)
Marcadores:
Arolde de Oliveira,
Câmara dos Deputados,
Casamento Gay,
CNJ,
Congresso Nacional,
Gays,
PNDH-3,
Pr. Marco Feliciano,
PSC
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Bala perdida mata pastor no Rio. Arolde: "Morte absurda"
O irmão do vice-presidente nacional do PSC, Everaldo Pereira, o pastor Edvaldo Pereira, morreu nesta segunda-feira depois de ser atingido por uma bala perdida, no Rio de Janeiro. Edvaldo é um dos três mortos após troca de tiros entre policiais e assaltantes na avenida Brasil. Ele passava pelo local de carro, com sua mulher, quando seu carro foi atingido por um dos disparos.
![]() |
| Arolde se manifesta no twitter (Reprodução) |
Aproximadamente 400 pessoas estiveram no cemitério Jardim da Saudade, em Mesquita, na Baixada Fluminense, para acompanhar o enterro do pastor. O vice-governador Luiz Fernando Pezão também esteve no sepultamento. (R7/Redação)
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Monumento "Heróis da Fé no Brasil", reverencia memória de missionários pioneiros no país
Missionários Simonton, Vingren e Berg. Esses nomes integram a história do protestantismo no Brasil. Neste sábado, eles e mais seis personalidades do evangelho foram homenageadas no Monumento "Heróis da Fé no Brasil".
"O importante foi a reverência à memória dos que fundaram as igrejas Assembleia de Deus e Presbiteriana brasileiras, realçando seu exemplo de vida", destacou o deputado federal Arolde de Oliveira, presente ao evento.
O culto de Inauguração do Monumento, promovido pela Ordem dos Ministros Evangélicos no Brasil e no Exterior (OMEBE) e pelo Serviço de Assistência Social Evangélico (SASE) aconteceu na sede da SASE, em Realengo, zona oeste do Rio. Além de Arolde de Oliveira, estiveram presentes o Reverendo Guilhermino Cunha; o deputado estadual Edson Albertassi; Pr Everaldo Pereira, vice-presidente nacional do PSC, e seu filho, o Deputado Federal Felipe; Dr. Silva Neto; Pr Magner Ferreira, da Assembleia de Deus em Marechal Hermes; Pr José Pedro Teixeira, da Assembleia de Deus em Santa Cruz, dentre outras autoridades evangélicas e políticas. (Redação)
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Pastor Marcus Gregório comemora 50 anos de vida e 19 anos de fundação do Ministério Apascentar
![]() |
| Ver. Isquierdo, Dep. Arolde (esq.), pastores Marcus Gregório, Silas Malafaia, Michael Aboud, Gidalti, Everaldo e Secr. Filipe |
O aniversário de 50 anos do líder do Ministério Apascentar de
Nova Iguaçu, Pastor Marcus Gregório, foi marcado por muita emoção e nostalgia. Numa
data tão especial, garantiram presença diversas lideranças religiosas e políticas,
como o deputado federal Arolde de Oliveira, o Secretário Estadual de Combate às
Drogas, Filipe Pereira e o vereador Alexandre Isquierdo; e o Pastor Silas
Malafaia, preletor da noite, que homenageou Gregório diante das mais de 4 mil
pessoas que lotaram o templo da igreja nessa quinta-feira, 11.
Estiveram presentes também os pastores Michael Aboud, Anderson do Carmo, Gidalti Alencar, Flordelis, Benner Jacks, Rafael Oliveira, Dager Pereira e muitos outros; e os Bispos Renato Chaves, Laerte Lafayett e Suami. O Pr. Marcus Gregório, o grande anfitrião, chegou acompanhado da esposa Pra. Christina Gregório, e dos filhos Ytalo e Wendel.
A data marcou também os 19 anos de fundação do Ministério Apascentarem Nova Iguaçu. Durante
a comemoração, muitos pastores, inclusive o aniversariante, lembraram da trajetória
do ministério até chegar ao que é hoje: a igreja começou com cinco fiéis, e
atualmente possui milhares de seguidores, dentro e fora do país.
Estiveram presentes também os pastores Michael Aboud, Anderson do Carmo, Gidalti Alencar, Flordelis, Benner Jacks, Rafael Oliveira, Dager Pereira e muitos outros; e os Bispos Renato Chaves, Laerte Lafayett e Suami. O Pr. Marcus Gregório, o grande anfitrião, chegou acompanhado da esposa Pra. Christina Gregório, e dos filhos Ytalo e Wendel.
A data marcou também os 19 anos de fundação do Ministério Apascentar
terça-feira, 2 de abril de 2013
Presidente da Câmara deve garantir funcionamento da Comissão de Direitos Humanos
O deputado Arolde de Oliveira (RJ) criticou a decisão do presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), de reunir o colégio de líderes e tentar interferir na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDH). Para ele, a função da Casa é garantir o funcionamento do colegiado, atualmente interrompido por protestos contra a eleição do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP).
“Não cabe mais ao colégio de líderes tomar qualquer decisão em relação à Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Independentemente da situação do eleito, o processo foi um ato político perfeito e cumpriu todos os ritos regimentais”, defendeu Arolde.
O parlamentar do PSD afirmou que projetos importantes precisam ser votados e que a comissão não pode ficar parada pelas manifestações. “Temos que ter ordem para funcionar. É um pressuposto da democracia e de um estado de direito. Se não tiver ordem não pode haver o debate democrático”, argumentou.
Feliciano, atual presidente da CDH, tem sido alvo de críticas de movimentos sociais que consideram muitas de suas declarações racistas e homofóbicas. Desde a instalação o colegiado, no início do mês, nenhuma proposta foi votada. A reunião do colégio de líderes com o deputado Marco Feliciano está marcada para a esta terça-feira, 2. (PSD Câmara/Redação)
“Não cabe mais ao colégio de líderes tomar qualquer decisão em relação à Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Independentemente da situação do eleito, o processo foi um ato político perfeito e cumpriu todos os ritos regimentais”, defendeu Arolde.
O parlamentar do PSD afirmou que projetos importantes precisam ser votados e que a comissão não pode ficar parada pelas manifestações. “Temos que ter ordem para funcionar. É um pressuposto da democracia e de um estado de direito. Se não tiver ordem não pode haver o debate democrático”, argumentou.
Feliciano, atual presidente da CDH, tem sido alvo de críticas de movimentos sociais que consideram muitas de suas declarações racistas e homofóbicas. Desde a instalação o colegiado, no início do mês, nenhuma proposta foi votada. A reunião do colégio de líderes com o deputado Marco Feliciano está marcada para a esta terça-feira, 2. (PSD Câmara/Redação)
sexta-feira, 15 de março de 2013
Comissão de Direitos Humanos ou Desumanos?
Um fato político de extrema importância ocorrido na Câmara dos Deputados foi a eleição legítima do Deputado Marco Feliciano como presidente da Comissão Permanente de Direitos Humanos e Minorias da Casa. Fico a pensar sobre a situação de extrema baixaria a que chegou a Câmara a ponto de permitir a não realização da eleição do Deputado escolhido politicamente dentro da regra da proporcionalidade regimental estabelecida pelos partidos políticos. A vaga de presidente da Comissão foi dada ao PSC – partido de Feliciano – no acordo de líderes, no último dia 27.
Felizmente, o presidente da Câmara restaurou, pelo menos parcialmente, a situação de desgaste da Casa ao determinar que a eleição e a posse fossem feita no dia seguinte, a portas fechadas e sem a presença dos militantes ativistas. Trata-se de um deputado titular de um mandato no qual, uma vez empossado, tem todas as prerrogativas parlamentares independentemente do número de votos com o qual se elegeu. As questões de eventuais denúncias alegadas pelos ativistas gays, principalmente, não interferem na escolha dos partidos sobre quem ocupará a vaga destinada à legenda.
Se interferisse, não teríamos hoje na Casa políticos condenados e sentenciados judicialmente ocupando cadeiras, dentre eles alguns ocupando lugar de grande destaque.
As manifestações nas redes sociais - local de livre expressão política - não representam um demérito, já que existem políticos com muito maior rejeição nas redes do que o atual presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias.
O lamentável é ver que estes fatos corroboram ainda mais com a indignação do povo brasileiro em relação aos políticos.
(Redação)
Assinar:
Postagens (Atom)



