diHITT - Notícias Arolde de Oliveira

quinta-feira, 28 de maio de 2009

FGV: empresas nunca investiram tanto em TI

A cada três segundos, um computador foi comprado no país ao longo do ano passado. O consumidor final, motivado pelas promoções do varejo e pelo crédito fácil, foi quem mais teve peso nessa conta. Mas o setor empresarial também não fez por menos. As companhias brasileiras nunca investiram tanto em tecnologia da informação (TI) como nos dias atuais, conforme indicam os dados da 20 ªpesquisa sobre Administração de Recursos de Informática, divulgada ontem pela Fundação Getulio Vargas (FGV) de São Paulo.
O estudo realizado entre agosto de 2008 e abril deste ano com 2 mil empresas - lista que inclui 60% das 500 maiores do país - mostra que, no ano passado, 6% do faturamento líquido das companhias foi aplicado em gastos e investimentos com TI. É praticamente o dobro do que as empresas investiam uma década atrás. Há vinte anos, os gastos com tecnologia atingiam apenas 1,3% da receita das empresas. Segundo Fernando Meirelles, professor da FGV e coordenador da pesquisa, o aumento da fatia de TI dentro dos custos das empresas deve-se a uma série de fatores, entre eles a crescente migração das transações comerciais para o meio eletrônico e a padronização de operações entre as empresas.
"Nos últimos 20 anos, os gastos com tecnologia no país cresceram a uma média anual de 8%", comenta Meirelles. "Hoje, o setor de TI representa 7% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro." No ano passado, a produção nacional de riquezas somou R$ 2,9 trilhões, de acordo com o IBGE. (Extraído do jornal Valor Econômico)

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Hino Nacional volta às escolas municipais

A execução do Hino Nacional brasileiro volta, a partir de hoje, 27, a ser obrigatória nas escolas públicas municipais do Rio.
Resolução publicada hoje pela Secretária municipal de Educação (SME) Cláudia Costim determina que o hino seja tocado às segundas-feiras, sempre no horário de entrada dos alunos. Além do Hino Nacional, a solenidade constará do hasteamento das bandeiras Nacional, do Estado e do município do Rio.
No texto da resolução, a secretária justifica a necessidade de "resgatar e despertar no aluno valores cívicos que, certamente, contribuirão na formação de sua cidadania".
Na opinião do Deputado Arolde de Oliveira, é digna de aplauso a resolução da Secretária Claudia Costim de reintroduzir a cerimônia de cantar o Hino Nacional e hasteamento das bandeiras nas escolas municipais, já que a formação da cidadania acontece justamente nos primeiros anos escolares.
“Com a medida, restauram-se valores perdidos no tempo como o respeito e a deferência pelos símbolos nacionais", afirmou.
“É a consciência de inclusão na sociedade a partir da infância e da juventude que educam para a cidadania”, acrescentou o deputado.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Fragilizar a ideia de República

Dizer que é constitucional o terceiro mandato é dizer que o quarto também é. E não tem como evitar dizer que é constitucional o quinto mandato, fragilizando a ideia de República.”
Ministro Carlos Ayres Britto, presidente do Tribunal Superior Eleitoral

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Juros cairão com cadastro positivo de consumidores

A Câmara dos Deputados aprovou o projeto que cria o cadastro positivo de consumidores, um banco de dados que centralizará as informações dos bons pagadores do país. O texto é considerado pela equipe econômica uma ferramenta importante para redução dos juros e do spread no país. Com essa ferramenta em mãos, os bancos vão disputar os bons clientes, oferecendo taxas menores, jogando-as para baixo.
Para o Deputado Arolde de Oliveira, a prática vigente, do Serasa, apresenta apenas os dados negativos. “Com o cadastro positivo, o consumidor/credor terá acesso mais fácil aos financiamentos, e, como o risco de não recebimento é menor, os juros cairão. Além disso, o cadastro positivo é uma forma de distinguir o consumidor/credor que paga em dia seus compromissos.”
O projeto segue para o Senado e depois para o Presidente Lula.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Projeto da bancada do Rio reduz prazo de filiação partidária

O PMDB propôs reduzir de um ano para seis meses o prazo mínimo de filiação partidária para concorrer às eleições. O projeto, apoiado por líderes governistas, foi apresentado na quarta-feira pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), com pedido de tramitação em caráter de urgência. A medida, se aprovada a tempo, poderá valer já para 2010. A proposta de Cunha é de que o prazo final de filiação passe de setembro do ano anterior para março do ano da eleição.
Para o Deputado Arolde de Oliveira (DEM-RJ), o projeto de lei que visa reduzir o prazo de filiação partidária é muito oportuno. Ele explica porque: “Coincide com os prazos para desincompatibilização dos que exercem cargos públicos. Outra vantagem é que abre espaço não diretamente para a troca de partido por parte de políticos que não estejam satisfeitos com suas atuais legendas. Seis meses será o prazo que os partidos prejudicados terão para contestar na justiça a desfiliação de seus quadros, sem mexer na questão da fidelidade partidária que é saudável.”

quarta-feira, 20 de maio de 2009

SBB lança campanha para 10 milhões ouvirem a Bíblia

"É tempo de ouvir a Palavra de Deus". Este é o slogan da campanha que a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) lançou ontem, no Centro do Rio, para divulgar a mensagem bíblica. O Deputado Arolde de Oliveira foi representado, na oportunidade, pelo Pr. Jônatas Farizel. O deputado recebeu um diploma pelo apoio à iniciativa.
A campanha pretende atingir cerca de 10 milhões de ouvintes, nos próximos dois anos, através de gravações do Novo Testamento, em formato MP3. A meta é formar, também, 300 mil grupos de audição da Bíblia em igrejas, seminários e lares.
Hoje, “É tempo de ouvir a Palavra de Deus” será lançada em São Paulo.

Câmara discute Acordo Brasil-Santa Sé

Integrantes da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional se reúnem hoje à tarde para discutir o acordo assinado em 2008 pelo Brasil e pelo Vaticano (MSC 134/09) que cria o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil.
Foi o Deputado Arolde de Oliveira o primeiro parlamentar a denunciar o acordo, em um pronunciamento de novembro do ano passado.
Na oportunidade, Arolde de Oliveira chamou a atenção dos colegas para a inconstitucionalidade do documento, desrespeitando o princípio de separação entre Estado e Igreja. O acordo foi discutido pela comissão no último dia 6 de maio, mas sem consenso para votação. O relator é o Deputado Bonifácio de Andrada (PSDB – MG).